Movimento Negro

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O Movimento Negro é um movimento de caráter(ou sem) anti-social composto por pessoas que se considerem "negras" de alguma forma, desde um eminem da vida que acha que ouvir Rap o torna literalmente preto, até mesmo estudantes de universidades públicas, estes últimos dejetos formam a maioria dos membros desse movimento que igual a qualquer máfia ou facção criminosa, também possui representações em vários países e no caso do Brasil, também nas unidades federativas e municípios.

O movimento negro usa o mesmo parâmetro (ou falta de) para julgar quem é negro e quem é branco na visão desses lunáticos

É um movimento onde só é considerado negro pessoas com o cabelo bagunçado ou armado e encaracolado que fazem uso de alguma droga alucinante (LSD, Maconha, etc.) e que seja principalmente, gay ou feminista, cabendo aos demais negros (de verdade) que não se encaixarem nestas características a alcunha de capitão do mato.

No Brasil, o movimento negro se divide em algumas grandes sub-divisões: a ala dos defensores de um bacanal somente entre os que eles definem como negros, a ala jovem e anarquista do movimento, a ala das radicais empoderadas descabaçadas (também conhecido como Nazi) e obviamente, a ala criminal, conhecido pelos Racionais MCs, Facções Centrais, 509E e outros grupos criminosos conhecidos por vender CDs nas convenções que realizam dentro e fora da cadeia.

Assim como em outros movimentos sociais, o movimento negro é liderado por qualquer filhinho de papai de uma UnB, PUC, UFBA ou USP usuário do sistemas de cotas (ou não) e que seja alguém com relevância no DCE e que seja um ninguém fora do playground universitário. Estes não percebem a relevância da igualdade racial para o desenvolvimento: a grande motivação do movimento negro é republicana e seu maior argumento advém das próprias estatísticas governamentais: negros são a maioria em presídios, favelas, escolas públicas, becos, filas de restaurante de frango frito e entre os estratos menos favorecidos da população, mesmo com as iniciativas adotadas pelos governos desde o processo de redemocratização.

Origens[editar]

Provavelmente na Nigéria, mas os terroristas que lá dão um rolezinho à procura de uma transa fuzilam qualquer um que procure investigar tal informação.

O movimento negro do Brasil nasceu como uma imitação barata dos Panteras Negras dos Estados Unidos, pois na época eles não tinham muita criatividade para fazer seu próprio movimento, como havia dito Richard Feynman. Acreditando que viviam em um país como os EUA, os militantes negros brasileiros passaram a argumentar que o Brasil é um país da Europa racista.

Em meados dos anos de 1980, com o fim da ditadura militar brasileira, o movimento negro pôde ganhar força e ditar as políticas implantadas para a população carente no Brasil como se todos os carentes fossem negros.

Passados alguns anos, depois da ascensão do primeiro analfabeto ao poder paralelo central, o movimento negro passou a ser movido apenas por cotas, como se todo o negro brasileiro almejasse comer cotas no café da manhã, lanche, almoço e janta. Passados 13 anos, o movimento passou a ser mais LGBT e Radfem, mas com as mesmas exigências de sempre: cotas. Hoje junto com alguns movimentos pós-modernistas, o movimento negro passou a fazer exigência de cotas para gays e mulheres em tudo quanto é buraco, inclusive na terra, separando 20% do cemitério para o enterro exclusivamente de negros, gays e lesbicas mulheres.

O militante[editar]

Para o movimento negro brasileiro, esta sim é uma negra legitima.

O militante negro é preto quase sempre tende a vestir roupas com a expressão 100% negro, ouve rap e/ou pagode com a desculpa que isso é musica negra, usam cores da bandeira da Jamaica, se vestem como pais de santo e acreditam que a solução de todos os problemas sociais brasileiros virá quando a sociedade deixar de ser racista, o que é irônico, pois o militante negro tende a ser extremamente racista, com os outros e até contra eles mesmos (vai entender...).

Quando um militante negro encontra um negro que não se veste ou se comporta como negro, ele o taxa de palmiteiro, como se o que tornasse uma pessoa negra fosse uma visita aos terreiros de umbanda. Se um militante negro encontra algum negro que prefere rock a rap, o tacha de anti-negro, mesmo que o rock tenha sido inventado por negros (e usurpados pelos brancos).

Bandeiras levantadas pelo movimento negro[editar]

Um militante negro extremista.
  • Cotas - Defesa de cotas para quartos na sua casa, para sair com sua namorada, comer tua mãe, entrar nas universidades, protagonizar animes, jogar futebol e até no próprio Movimento Negro.
  • Cotas - Separação de alguns espaços para uso exclusivo do clubinho, e por fim mais
  • Cotas.

Tendências religiosas do movimento negro[editar]

O militante do movimento negro desenvolveu uma religião em que um militante é eleito para estar acima dos outros, tendo acesso à empregos privilegiados e inclusão no mundo dos brancos ricos. Pouco se sabe sobre as divindades que adora, com as exceções de Iemanjá, deusa dos farofeiros, e Zé Pelintra, deus dos vagabundos. Curiosamente, apesar do aspecto geral africanizado, o militante detesta a África e nunca iria morar lá. Acredita-se que cultuam uma forma de deuses da riqueza e ascensão social. Pelo discurso constante dos seus líderes, que são obcecados por tênis de marca e mulheres brancas, os deuses proporcionariam como recompensa final do militante a capacidade de se tornar rico e branco, além de uma plantação de melancias autossustentáveis.Na religião eles pregam que negro que é negro nunca nega sua negritude e um dos seus maiores representantes foi o tio Mandela, dono do morro da africa do sul que controlava varias biqueira no complexo da africa.

Ver também[editar]